sexta-feira, 31 de março de 2017

Academia da Cidade do São Francisco promove 1ª Maratona de Revezamento



A busca por uma vida mais saudável deve ser uma preocupação de todos. Para os belo-horizontinos uma boa opção são as Academias da Cidade, serviço oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde que, atualmente, é ofertado em 76 locais distribuídas por toda BH. O serviço prioriza as ações de prevenção de doenças e promoção de saúde e tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população construindo no seu dia a dia possibilidades de hábitos saudáveis, através da prática de exercícios físicos de forma orientada. 

Na Pampulha já são 07 polos de Academia da Cidade e foi em uma delas, na Academia São Francisco, que aconteceu a 1ª Maratona de Revezamento da Academia da Cidade do São Francisco, promovida pelos Educadores Físicos Bruno Hudson Coutinho e Maira de Morais Barbosa.


A prova foi realizada no CRAS Santa Rosa nos dias 25 e 26 de janeiro. De forma bastante recreativa, ao som de músicas alegres e agitadas, os 63 alunos que participaram da corrida/caminhada foram motivados a percorrer a pista do ginásio com extensão de 68 metros. Participaram os alunos da Academia nas diversas turmas e de diferentes faixas etárias. 

 O evento contou com a participação da aluna mais idosa da academia, Sra. Célia que, aos 88 anos caminhou corajosamente e, em alguns momentos, chegou a trotar, mostrando desenvoltura e agilidade. “Os alunos vibraram com o evento e este foi o 1º do tipo a ser realizado dentre todas as Academias da Cidade de Belo Horizonte”, informou o Educador Físico Bruno Coutinho.


A ideia do evento nasceu da experiência profissional dos Educadores Físicos que trabalham no polo da Academia da Cidade no São Francisco. “Trouxemos a concepção da maratona como forma de trabalhar a superação individual de forma coletiva”, explicou Bruno Coutinho. 


Os resultados foram surpreendentes: os 47 alunos que participam das aulas na 2ª, 4ª e 6ª feira atingiram a marca de 143.892 metros e os 16 alunos que fazem aulas na 3ª, 5ª e sábado percorreram a distância de 52.700 metros. Os alunos vibraram com o evento e ficaram satisfeitos com a quilometragem alcançada. Juraci Araújo Oliveira de 62 anos, usuária da Academia há 5 anos, disse que foi muito bom participar: “Foi uma competição muito boa que avaliou nossa forma física e todo mundo quis dar o melhor de si".


Para realizar a maratona, os profissionais utilizaram do treino que já é elaborado semanalmente no plano das atividades da Academia. A carga de corrida e caminhada é elevada mensalmente de forma suave para provocar adaptações progressivas nos alunos. 


As turmas são divididas conforme a classificação de risco após os resultados da avaliação física, ou seja, de acordo com suas limitações físicas e dos problemas de saúde individuais, esclareceu Bruno. Para a usuária Lorena Almeida Gonzaga, 20 anos, a prova foi de superação, pois ela conseguiu correr mais do que imaginava: “Foi ótimo. Já espero uma nova competição”, disse. 

Diferentemente da modalidade olímpica da Maratona, que tem um percurso de 42.195 metros, a intenção de realizar o evento na Academia da Cidade São Francisco foi trazer a vivência de uma prova de resistência muscular e cardiorrespiratória, permitindo aprimorar a aptidão física e o condicionamento dos alunos. Aos 51 anos, Zamira Rosa participou da prova e gostou: “Foi muito bom. Além de avaliar o estado físico de cada um, foi um estímulo para as pessoas frequentarem a Academia.” De acordo com os professores o objetivo principal foi sociabilizar e estimular os alunos para este tipo de atividade que é de graça e que produz ótimos resultados para a saúde. Outra surpresa para os profissionais foi a capacidade de superação e da grande marca atingida por eles.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Dia Mundial da Água na Pampulha



Na Regional Pampulha, o Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, não passou em branco. Foi montado um estande com maquete mostrando uma das várias micro bacias da Pampulha para lembrar sobre a importância das nascentes como base de geração de água.

Idealizador da proposta, o professor e educador ambiental Artur Celso explicou o objetivo da ação: “Achei importante dar a oportunidade para servidores e população conhecerem um pouco sobre as nascentes e as micro bacias hidrográficas da região da Pampulha”, disse. 


Além da maquete de uma das micro bacias da Pampulha, outros materiais foram utilizados para compor o estande: banners, folderes e folhetos. Chamou a atenção das pessoas a apresentação de outra maquete mostrando a captação de água de chuva implantada na Escola Municipal Anne Frank desde 2006. Artur explicou que o uso da água da chuva para lavar pátio e molhar plantas permitiu a redução no consumo de água potável na escola, proporcionado um considerável ganho ambiental.



Para Artur, o conhecimento propicia ao cidadão ser mais ativo nas questões relativas à importância do uso consciente da água. “A Lagoa da Pampulha só existe porque recebe água de milhares de nascentes localizadas em áreas particulares, públicas, parques e até mesmo em outras cidades. Preservando as nascentes da forma adequada e aprendendo outras técnicas de reuso da água, estaremos contribuindo para melhorar a qualidade e a quantidade de água para as próximas gerações.”

Centro de Saúde Padre Tiago cria grupo Antitabagismo



Pouco tempo após a implantação do Centro de Saúde Padre Tiago, os profissionais da unidade começaram a pensar formas de oferecer aos seus usuários a oportunidade para o tratamento do tabagismo. Ao longo de alguns meses, as equipes de PSF fizeram um importante trabalho de pesquisa na comunidade do entorno, identificando vários pacientes que demonstraram interesse em parar de fumar.

Em Janeiro deste ano, os interessados foram convidados a comparecer a uma sessão de esclarecimento no Centro de Saúde, quando foram apresentados os benefícios de se parar de fumar e a proposta de se criar o grupo antitabagismo. 

Ao todo, serão dez encontros, sendo quatro semanais, dois quinzenais e quatro mensais. A coordenação do grupo é feita pela psicóloga Nágima Hamizs de Faria, a farmacêutica Andreia Guerra Lopes e o educador físico Humberto Assis. 

No primeiro encontro do grupo, compareceram vinte e duas pessoas interessadas em iniciar o tratamento. Já no quarto encontro, das 16 pessoas presentes, oito tinham parado de fumar, o que correspondeu a 50% dos pacientes frequentes. 

“Este processo é uma conquista individual”, ressaltou a farmacêutica Andreia Guerra. “Tem a ajuda do grupo, dos profissionais de saúde envolvidos e do uso dos medicamentos, mas é sobretudo uma busca pela força de cada um para vencer o hábito tabágico.”

Para a psicóloga Nágima Hamizs, os resultados obtidos até agora são muito significativos: “Os pacientes já perceberam o desafio que estão enfrentando, mas também que é possível encarar e vencer esta missão. Estamos confiantes”, disse.