quinta-feira, 22 de maio de 2014

Projeto Arte da Saúde foi tema do Fórum da Criança e do Adolescente na Pampulha







A Secretaria Regional Pampulha, por meio do Fórum da Criança e do Adolescente, realizou, no dia 15/04, no auditório da Regional, à Avenida Antônio Carlos, 7.596, 2º andar, São Luís, encontro para apresentação do projeto Arte da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA). Compareceram cerca de 40 pessoas, entre representantes do poder público, da sociedade civil e da rede de proteção à criança e ao adolescente na região.

O Projeto Arte da Saúde baseia-se no fortalecimento e resgate da capacidade expressiva de crianças e adolescentes em risco de exclusão social , utilizando a arte como instrumento de formação e transformação. O público assistiu a um vídeo sobre o projeto com depoimentos de colaboradores e participantes das oficinas. Técnico responsável pela coordenação do Projeto Arte da Saúde na Pampulha, Arnor Trindade apresentou os objetivos do projeto e sua estrutura de trabalho. “A proposta deste projeto é de que o público atendido adquira segurança e auto estima, colaborando para a construção da cidadania por meio do exercício de talentos e aptidões”, disse.

A seguir, monitores das oficinas na Pampulha juntamente com a mãe de uma criança que participa do projeto fizeram o relato de experiências vivenciadas no projeto, dando a oportunidade para o público esclarecer dúvidas. Há seis anos atuando como monitora de oficina na região do Centro de Saúde Itamarati, Cláudia Márcia Patrocínio ressaltou os ótimos resultados que tem alcançado com este trabalho: “É um espaço em que a criança e o adolescente tem liberdade para se expressar, tendo prazer em participar. Além do ensino da arte em si, trabalhamos a questão dos limites e do respeito, sem falar no incentivo ao protagonismo. O que tenho observado em todos que participam é a melhora de comportamento na escola e na família.” Mãe de uma criança que participa do projeto há quatro anos, Eliana Cristina Pacheco de Alacoque relatou as experiências positivas: “Minha filha avançou muito, aprendeu muitas coisas. Hoje nosso relacionamento está bem melhor”, contou emocionada.

Representante da Associação Comercial Aeroporto e Jaraguá, Sylvia de Andrade Almeida ficou impressionada com os relatos: “É um projeto maravilhoso que mostra como acolher a criança com dificuldades de relacionamento, possibilitando a construção conjunta de um projeto pedagógico. Pra mim, foi uma verdadeira aula de educação”, disse. Na saída do auditório, os participantes puderam apreciar uma pequena mostra do que as crianças produzem nas oficinas de artesanato, como chaveiros, peso de porta, bordados, entre outros.

Fortalecimento de vínculos familiares por meio da arte

Criado pela Secretaria Municipal de Saúde em 1993, o Projeto Arte da Saúde é uma prática de atenção a crianças e adolescentes de 6 a 18 anos em rota de exclusão social. Através das atividades desenvolvidas, as crianças são capazes de se situarem na vida escolar e da comunidade enquanto atores produtivos e competentes. Desde 1996, conta com a parceria da Cáritas Regional Minas Gerais. Atualmente é oferecido em todas as regionais da Prefeitura atendendo mais de 1000 crianças e adolescentes na cidade. Para participar, a criança ou o adolescente deve estar vinculado ao centro de saúde de sua região. Cada oficina atende a dois grupos de 12 crianças e/ou adolescentes, que se reúnem duas vezes por semana. Na Pampulha, há quatro núcleos formados e um em implantação. Além de oficinas de artesanato, jogos, teatro, cerâmica e reciclagem, há ainda outras atividades como: cuidados odontológicos, visitas a museus, parques, entre outras.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Regional Pampulha entrega obra na Vila Paquetá


A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Gerência Regional do Orçamento Participativo na Pampulha e da Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (URBEL) fez a entrega, no dia 10/04, de uma obra do Orçamento Participativo na Vila Paquetá, região da Pampulha: a urbanização do Beco da Rosa, entre Beco Campo Belo e Rua Pedrogão Pequeno.

A obra foi uma importante conquista da comunidade no OP 2009/2010. Foram feitas a remoção de nove famílias e demolição de nove imóveis, ampliando o Beco para uma extensão de 64 metros, o que facilitou o acesso dos moradores às suas casas. O investimento foi de R$ 645.500,00. Moradora no Beco da Rosa há mais de 40 anos, Delcina Alves dos Santos ficou muito satisfeita com os resultados: “Criei minha família aqui e hoje já tenho até bisnetos. Quando cheguei, tudo era muito apertado, ficava difícil até para entrar com móveis. Era muito trabalhoso e sem privacidade. Agora melhorou muito”, disse. Há 35 anos na Vila e portadora de problemas consequentes da obesidade, Eni Maria Costa Pereira aprovou o novo espaço: “Adorei. Quando tinha que sair para o médico era um verdadeiro problema. Agora ficou tudo mais fácil.”

Gerente Regional de Áreas de Risco na Pampulha, José do Espírito Santo contou que conhecia a realidade do beco antes da obra: “Havia ali problemas de risco construtivo, facilidade para incêndio, falta de ventilação, impossibilidade de acesso de veículos e até dificuldade para o carrinho dos garis que fazem a coleta de lixo porta a porta. Quando havia necessidade de solicitar atendimento médico com uso de macas era um problema sério. Com a ampliação do espaço, todos estes problemas foram eliminados, com destaque para as famílias que foram removidas e tiveram a oportunidade de ir para moradias melhores”, disse.

Pampulha realiza mutirão de limpeza para o combate à dengue no bairro São José


A Regional Pampulha, por meio das gerências de Limpeza Urbana e Controle de Zoonoses e com o apoio da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), realizou, no dia 02/04, um mutirão de limpeza para o combate à dengue no bairro São José. Participaram 20 garis e cinco Agentes de Combate a Endemias (ACE), com o apoio de sete caminhões para recolhimento dos resíduos.

A campanha educativa junto aos moradores foi realizada com dois dias de antecedência por uma equipe de 20 ACEs que circularam pelas ruas do bairro, cobrindo a média de 500 residências em uma área de 20 quarteirões. Os moradores receberam panfletos informativos e orientações sobre o tipo de material que seria recolhido. O trabalho de mobilização deu resultados positivos. Os principais resíduos recolhidos foram garrafas do tipo pet, latas, potes plásticos, pneus, móveis e utensílios domésticos usados, perfazendo um total de 14.460 toneladas de materiais inservíveis que foram encaminhadas para o aterro sanitário de Maquiné. Morador no bairro São José há mais de 20 anos, Claysson Félix dos Anjos colaborou com o trabalho da Prefeitura: “Achei muito bom porque melhora a limpeza nos quintais.”

Encarregado de Serviços de Zoonoses na região da Pampulha, Wender Pinheiro explicou que a população tem contribuído para os bons resultados dos mutirões: “Os moradores respondem bem ao nosso trabalho. Após os mutirões, nas visitas de rotina da Zoonoses, os agentes percebem melhora no aspecto do ambiente, pois os quintais ficam mais limpos. Isso acaba impactando positivamente no controle de outras zoonoses como a leishmaniose e a leptospirose”, disse.

Gerente de Varrição e Serviços Complementares, Jamir Nunes Coelho ressaltou o papel das Unidades de Recebimento de Pequenos Volumes (URPV): “É importante que os moradores saibam que podem levar os materiais inservíveis diretamente para a URPV mais próxima, evitando acumular lixo no quintal. Além disso, é possível também descartar estes materiais na coleta regular de lixo, realizada três vezes por semana em toda a cidade”, explicou.