sexta-feira, 14 de novembro de 2014

CRAS Confisco promove o Dia da Criança



Brincadeiras, música e outras atrações fizeram a alegria da criançada no “Dia da Criança no CRAS”, realizado no dia 24/10, pelo Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Confisco, à Rua K, nº 127, Confisco. Participaram da festa, aproximadamente, 100 pessoas, entre crianças e adultos atendidos nos serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos oferecidos no CRAS como o ProJovem, grupo da terceira idade “Alegria é Viver”, Oficina de Famílias, Projeto Família Cidadã/BH Sem Miséria e o Programa Maior Cuidado.

Foi uma tarde de muito entretenimento. Para os que foram se divertir: piscina de bolinhas, cama-elástica, touro mecânico e música para dançar. Para os que preferiram saborear guloseimas: cachorro-quente, pipoca, algodão doce e refrigerante à vontade. Houve ainda pintura de rosto que incentivou a criatividade da criançada na escolha dos desenhos. Acompanhada da neta Ana Carolina, a aposentada Maria Aparecida de Souza se encantou com o evento: “A festa está muito linda e as crianças estão se divertindo bastante”. A mesma opinião teve a moradora do Confisco, Maria Salomé, que levou a filha Marcele de seis anos. “Está muito bom. Não existe muita coisa desse tipo aqui no bairro para as crianças”, disse.

Coordenadora do CRAS Confisco, Ana Cristina Mendes ressaltou a importância da promoção de eventos que beneficiem toda a comunidade. “Estes momentos contribuem para o lazer, a descontração e a socialização, visando o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários do nosso público”, finalizou.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Comitê de Vigilância em Saúde da Pampulha discute ações de prevenção para Dengue e Febre Chikungunya



Considerando a ocorrência de casos de Dengue na região da Pampulha no período interepidêmico e a notificação de dois casos confirmados da Febre Chikungunya em Minas Gerais, o Comitê de Vigilância em Saúde da Pampulha reuniu-se, no dia 23/10, com as diversas gerências da Regional para discutir ações de prevenção a estas doenças na região. Compareceram representantes das gerências de Limpeza Urbana, Fiscalização, Manutenção, Atendimento ao Cidadão, Educação, Saúde, Social, Administração e Finanças, Recursos Humanos e Comunicação.

Referência Técnica da Gerência de Regulação, Epidemiologia e Informação da Pampulha (Gerepi-P), Shirley Lima Tronbin apresentou os dados epidemiológicos da Dengue, analisando a evolução da doença nos últimos anos. “Em 2013, tivemos nove mil casos confirmados de Dengue na Pampulha e, até outubro deste ano, já são 319 casos. A temperatura e a pluviosidade influenciam significativamente no aumento do número de criadouros e, consequentemente, da população de mosquitos adultos, o que implica em maior possibilidade de pessoas infectadas”, explicou.

A seguir, os participantes receberam informações sobre a Febre Chikungunya, doença infecciosa transmitida pelos vetores Aedes albopictus e Aedes aegypti, sendo este o mesmo que transmite a Dengue. A transmissão do vírus é feita pela picada da fêmea de mosquitos infectados e as infecções seguem os mesmos padrões sazonais. Por este motivo, as formas de prevenção são as mesmas para ambas as doenças.

Encarregado de Serviços de Zoonoses da Pampulha, Wender Pinheiro apresentou as ações de controle e monitoramento do vetor na região. Uma das estratégias utilizadas pela Gerência de Controle de Zoonoses é o monitoramento da densidade populacional do mosquito através das “ovitrampas”, armadilhas que fazem a coleta de ovos do mosquito transmissor da Dengue. Outra ação importante é a vistoria quinzenal dos locais favoráveis ao ciclo evolutivo do mosquito como em borracharias, ferros velhos, imóveis abandonados que possuem piscinas, entre outros.

Para a Referência Técnica da Gerepi-P, Cláudia Capistrano é importante o envolvimento de todos para evitar uma epidemia: “Por se tratar de uma nova doença no país, toda a população de Belo Horizonte é suscetível ao Chikungunya. Este é o momento de somar esforços e transformar informação em responsabilidade de ação”, disse.

Fique ligado!

A Febre Chikungunya e a Dengue são doenças infecciosas febris agudas, caracterizadas por manifestações clínicas semelhantes como mialgia, artralgia, cefaléia, prostração, exantema, náuseas, vômitos, entre outros.

A principal manifestação clínica que difere a Chikungunya da Dengue são as fortes dores articulares nas mãos, pulsos, pés e tornozelos. As articulações maiores como joelho, ombro e coluna também podem ser afetadas. As dores articulares podem persistir por meses ou anos. A Febre Chikungunya geralmente não é uma doença fatal. Antes restrita a países da África e Ásia, desde o final de 2013 foi registrada a transmissão autóctone da doença em vários países do Caribe. O Ministério da Saúde já confirmou 338 casos no Brasil, sendo dois em Minas Gerais.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Pacientes diabéticos participam de projeto em Centro de Saúde na Pampulha



O Centro de Saúde Padre Joaquim Maia (Rua Boaventura, 190, Liberdade) abriu espaço para o desenvolvimento do projeto “Educação em Diabetes” que incentiva os pacientes diabéticos a praticarem exercícios de alongamento para ganho de mobilidade nos pés. O projeto acompanhou, durante três meses, 20 usuários portadores de Diabetes Mellitus há mais de dez anos.

O projeto “Educação em Diabetes” é o tema da dissertação de mestrado da pesquisadora, professora e fisioterapeuta Luciana Sucasas Vani, mestranda em Educação em Diabetes do Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte. Em seu trabalho como fisioterapeuta, Luciana percebeu a importância de incentivar a prática de exercícios de alongamentos para melhorar a mobilidade dos pés dos pacientes diabéticos. “A prática do alongamento de membros inferiores é capaz de aumentar amplitudes de movimentos dos pés, que é muito importante para pacientes com diabetes, pois diminui os riscos de desenvolvimento de úlceras”, explicou.

Os encontros aconteceram semanalmente, com a duração de 1h30 em que eram aplicadas dinâmicas de interação e orientação dos participantes para os exercícios de aquecimento, alongamento e esfriamento dos pés. Os pacientes aprenderam ainda sobre os cuidados com a alimentação, importância da prática de atividades físicas e novas maneiras de se aplicar a insulina.

Participante do projeto, Marinete Zeferina do Amaral comentou sobre a melhora que teve na saúde. “Antes eu fazia tudo errado, agora não. Esse projeto me mostrou como é importante exercitar os pés”, disse. A experiência foi positiva também para a usuária Maria Lúcia Ferreira: “A partir deste projeto, eu comecei a cuidar mais de mim”.

Gerente do C.S. Padre Joaquim Maia, Eliane Spíndola se impressionou com o interesse dos pacientes. “Não imaginei que houvesse uma grande adesão a esse projeto. Mas a participação foi surpreendente. A nossa vontade agora é ampliar e implantar essas atividades nas reuniões mensais com os demais pacientes diabéticos do centro de saúde”, finalizou.